“O menino azul e a família colorida”: lançamento do selo “Do Contra”

“A chegada do menino azul transforma a vida e a rotina da família colorida, que passa a observá-lo e a entendê-lo aos poucos, descobrindo que há muito para aprender e mais ainda para melhorar”

A Editora Contracorrente tem a satisfação de inaugurar seu selo de publicações infantis, o Do Contra, com a publicação do livro O menino azul e a família colorida, que traz a história de uma mãe que é pega de surpresa pela chegada de um bebê diferente. Um bebê azul. Através de uma bela metáfora, de vivências próprias e de uma sensibilidade ímpar, Zilah Ramires Ferreira transmite aos pequenos leitores uma importante mensagem a respeito do apoio e da compreensão necessários para se lidar com uma criança autista. É uma história infantil, mas cujo conteúdo seguramente emocionará e auxiliará os adultos que buscam compreender melhor o assunto.

Título: O menino azul e a família colorida.
Edição:
Autor: Zilah Ramires Ferreira
Ilustração: Lúcia Brandão
Projeto gráfico: Maikon Nery
Acabamento:Brochura
Formato: 20×20
Páginas:24
ISBN:978-85-69220-71-8
Ano:2020
Preço: R$30,00
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Sobre a autora

ZILAH RAMIRES FERREIRA – É juíza substituta do Tribunal Regional do Trabalho da 15ª Região desde novembro de 2010. Mãe do Caio, 13 anos, e da Eduarda, 6 anos. Intrigada com o desenvolvimento atípico do filho, passou a procurar diversos profissionais até que, aos 6 anos de idade, o Caio recebeu o diagnóstico de TEA (Transtorno do Espectro Autista). O diagnóstico, que de início parecia impor ao Caio grandes limitações, passou a ampliar as oportunidades dele e de toda a família, intensificando os vínculos e os afetos, além de providenciar uma intensa reavaliação de valores. Os cuidados com o Caio se transformaram em grandes encontros, muitas histórias de sucesso e uma constatação: “Felicidade é a certeza de que a nossa vida não está se passando inutilmente” (Érico Veríssimo). E, como toda obra inacabada, ainda restam muitos desafios e boa parte deles transcendem os limites domésticos, por isso fica o convite à leitura e reflexão, pois “(…) construir uma sociedade compassiva favorece não apenas os que passam a ser tolerados, mas todos os que passam a tolerar” (Longe da Árvore, Andrew Solomon).

Sobre a ilustradora

Lúcia Brandão – nasceu em São Paulo. Começou a trabalhar como ilustradora aos 17 anos de idade, primeiramente em jornais e revistas, mas foi na literatura que se fixou, ilustrando os clássicos e depois literatura infantil, à qual se dedica até hoje. Mudou-se para Avaré, no interior de São Paulo, em 2002 e durante 10 anos se dedicou à proteção animal, com diversas ações de conscientização, incluindo um programa de rádio. Hoje vive com seus 12 cachorros e 2 gatinhos numa chácara.